O sérvio Novak Djokovic e o britânico Andy Murray irão protagonizar na decisão do Australian Open algo inédito nos últimos três anos no tênis. Após 11 edições consecutivas, um Grand Slam não terá a presença de Roger Federer ou de Rafael Nadal na decisão.
O domínio de Nadal e Federer, primeiro e segundo colocados respectivamente no ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) é evidente quando o assunto são os principais torneios do circuito. Considerando o Aberto da Austrália e dos EUA, Wimbledon e Roland Garros, desde 2008 uma final não contava com a participação da dupla.
A última vez que isso aconteceu foi também no Aberto da Austrália. E a recordação é ótima para Djokovic. Na decisão do primeiro Grand Slam de 2008 o sérvio superou o francês Jo Wilfried Tsonga e comemorou sua única conquista nos quatro torneios mais importantes da temporada.
Desde então, Nadal esteve em seis finais dos 11 torneios disputados. Já Federer participou de oito decisões. Apesar de ter participado de menos decisões, o espanhol teve aproveitamento total de títulos enquanto Federer conquistou apenas quatro.
Nesse período, Murray disputou duas finais e perdeu ambas para Federer. Djokovic foi finalista de Grand Slam apenas mais uma vez desde que conquistou o Aberto da Austrália em 2008. Na decisão do US Open da temporada passada, o sérvio foi derrotado por Nadal.
Nas 11 edições em que Federer ou Nadal estiveram na final, apenas em uma oportunidade o troféu não ficou com a dupla. Em 2009, o argentino Juan Martin Del Potro superou Federer na final do US Open.
28 de janeiro de 2011
Nadal/Federer ficará fora de uma final de Grand Slam pela primeira vez em três anos
Por
João Henrique Olegario
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sexta-feira, janeiro 28, 2011
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