A Seleção Brasileira foi sem dúvida a melhor e mais frequentada casa de Ronaldo. Ainda pelo São Cristovão, seu primeiro time de fato, o artilheiro já havia chegado a seleção sub-17. E no mesmo ano em que chegou, pegou a camisa 9 e não largou mais.
No ano de sua primeira convocação, em 1993, jogou o campeonato Sul-americano sub-17 e se sagrou artilheiro da competição com oito gols. As atuações naquele torneio garantiram a presença na seleção principal. Aliás, sua primeira convocação para a seleção principal aconteceu em março de 1994, contra a Argentina.
Ronaldo havia sido convocado pela primeira vez às vésperas da Copa do Mundo. E talvez nem esperasse quando seu nome apareceu nos 22 incluídos para ir aos Estados Unidos trazer o tetracampeonato. E em números, o artilheiro merecia estar ali. Pelé, antes de sua estreia com a Seleção havia feito 50 jogos e anotado 41 gols. Ronaldo havia feito exatos 50 jogos e marcado 47 gols.No ano de sua primeira convocação, em 1993, jogou o campeonato Sul-americano sub-17 e se sagrou artilheiro da competição com oito gols. As atuações naquele torneio garantiram a presença na seleção principal. Aliás, sua primeira convocação para a seleção principal aconteceu em março de 1994, contra a Argentina.
Na Copa de 94, Ronaldo não jogou. Mas foi campeão do mundo pela primeira vez. O sabor do primeiro título deixou o craque com gostinho de quero mais. A façanha se repetiria em 2002, quando mais uma vez o Brasil e Ronaldo seriam campeões do mundo. Mas nessa Copa, algo muito especial aconteceu.
Depois de ter ficado parado por 15 meses, Felipão resolveu convocar o Fenômeno para a Copa. Foi então que veio a estabilização do apelido, e a maior saga de recuperação já vista no futebol. Do fundo do poço, Ronaldo saltou para o topo entregando ao Brasil o pentacampeonato do mundial de futebol. O camisa nove marcou oito gols em sete jogos e foi o artilheiro da competição.
Na Copa de 2006, nem Brasil nem Ronaldo repetiriam o feito da edição anterior. Numa Seleção descomprometida e eliminada nas quartas de finais para a França de Zidane, os torcedores brasileiros exigiram uma renovação do time. O único saldo positivo nesse ano foram os três gols marcados que lhe renderam o título de maior artilheiro de todas as Copas, marcando 18 no total.
Foi também na Seleção que o craque parou uma guerra civil. Em 2004, o Brasil foi até o Haiti duelar com a seleção local no jogo que ficou conhecido como o Jogo da Paz. A ideia era que o país, que vive uma guerra civil, desse um dia de trégua nos confrontos para assistir a um jogo de futebol. Mais do que isso, a Seleção Brasileira, comandada pela sua principal estrela, o Fenômeno, chamou a atenção do mundo, quando conseguiu que por 90 minutos em um estádio cheio, a guerra tivesse um "fim".
Ronaldo ainda conquistou outros títulos com a camisa verde e amarela antes de se aposentar da seleção diante do fracasso de 2006. A Copa América de 94 e 97, e a Copa das Confederações de 97 e 99 completam a lista de seis títulos que teve na seleção canarinho. Em 13 anos vestindo a Amarelinha, ele disputou 112 partidas, anotando 73 gols, sendo dois deles em finais de Copa do Mundo.
Ronaldo ergue a taça da Copa do Mundo de 2002, em seu maior momento de recuperação na carreira
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