"A compra do Strikeforce me deu mais motivação para continuar treinando firme", afirmou a campeã, desmentindo rumores de que deixaria o MMA para encarar os rings do WWE, liga profissional americana de wrestling, conhecida no Brasil como Telecatch.
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| Cris Cyborg (à direita) não luta desde junho de 2010, mas ainda se sente motivada no MMA. Foto: Strikeforce.com |
Mesmo não muito satisfeita com a falta de lutas, Cristiane vê um bom futuro para o MMA feminino. "Acredito que o MMA feminino está crescendo rapidamente, mas está precisando de mais atletas", analisou. "Acredito que nós devemos continuar persistindo, pois, com o crescimento do esporte, as mulheres em breve serão tão bem remuneradas quanto os homens. É só uma questão de tempo."
O Strikeforce foi adquirido pela Zuffa, mesma empresa que gerencia o UFC, em março. Dana White, presidente do Ultimate, já declarou publicamente não gostar do MMA feminino. No entanto, o "chefão" não assusta a lutadora duas vezes eleita melhor do mundo no esporte.
"O Strikeforce continuará pelo menos dois anos na ativa, pois eles têm contrato com o Showtime. Então, a mulherada tem esse tempo para fazer ótimas lutas e conquistar o Dana White", disse. O canal americano Showtime controla todos os eventos realizados pelo Strikeforce, cuidando da divulgação, produção e estrutura.
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