Combates entre lutadores do Strikeforce e UFC não estão nos planos recentes das companhias. Mesmo com a recente ida do ex-campeão meio-médio Nick Diaz para o Ultimate, que abdicou de seu título para buscar o cinturão que pertence a Georges St. Pierre, Scott Coker, presidente do Strikeforce, afirmou, na última terça-feira, que deve demorar para que novas super lutas aconteçam.
"Por enquanto, não há outros lutadores mudando de evento. Essa será a política da companhia. Temos um negócio a gerir e um acordo televisivo com o Showtime. Temos o dever de produzir grandes lutas para eles", declarou o chefão, creditando a falta de superlutas ao contrato com o canal americano.
"Acho que essas lutas acontecerão na hora certa, mas os fãs precisam ser pacientes", disse. O contrato com o Showtime deve durar por quase dois anos.
Em abril, Coker se mostrou favorável às super lutas e as classificou como inevitáveis. "Eu adoraria ver isso acontecer. Alistair Overeem contra Cain Velasuqez? Vamos fazer. Ou Fedor lutando com Brock Lesnar. Não há motivos para dizer que esses caras não podem lutar".
Apesar de se mostrar ainda interessado nos enfrentamentos, Scott Coker focar os esforços na promoção do Strikeforce, aproveitando os pontos positivos de estar sob a tutela da Zuffa. "Temos um incrível time de marketing e recursos. Não tínhamos isso disponível quando não estávamos junto ao UFC. Agora, acho que veremos alguns resultados melhores."
12 de julho de 2011
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