Já foram duas defesas bem sucedidas desde que chegou ao topo, em março, o que não acontecia desde 2006, com o hoje aposentado Chuck Liddell. Mas não foi apenas a promessa de estabilidade do cinturão até 93kg que colocou "Bones", como é conhecido, no sexto lugar da lista dos melhores atletas do ano do Esportíssimo. O norte-americano teve um dos melhores anos da história do UFC.
Ao todo, foram quatro conquistas. Antes de nocautear Maurício Shogun no UFC 128 para tornar-se campeão, abriu o ano sendo o primeiro homem a vencer o compatriota Ryan Bader duas edições antes, com uma finalização que lhe rendeu até um bônus da organização.
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| Jon Jones (direita) em performance dominante sobre o então campeão Maurício Shogun pelo título meio-pesado - Divulgação |
O desempenho de Jones o rendeu o prêmio de melhor lutador de 2011 pelo World MMA Awards, o "Oscar" das artes marciais mistas, mesma premiação que havia o consagrado lutador revelação no ano anterior.
Revelação porque jones ainda é um novato no esporte, se comparado aos outros atuais campeões do UFC. São 16 lutas disputadas em pouco mais de três anos. O norte-americano iniciou no MMA em abril de 2008 e chegou à maior competição da modalidade no mesmo ano.
A juventude também está ao seu lado. Jones tem seu nome na história do UFC como o lutador mais novo a tornar-se campeão do evento, aos 23 anos.
A única derrota que sofreu, aconteceu justamente por inexperiência. Em 2009, atingiu Matt Hamill com cotoveladas ilegais de cima para baixo e acabou desclassificado do combate. Após aprender a lição e repassar as regras, nocauteou Brandon Vera justamente após encaixar golpes de cotovelo, desta vez legais.
As apostas sobre Jones são cada vez maiores, principalmente após finalizar Lyoto Machida, algo que ninguém havia conseguido antes, no dia 10 de dezembro. Se perguntar para algum fã de lutas, ele dirá que Jon "Bones" Jones reinará nos meio-pesados por anos a fio. E você parecerá um louco se discordar.
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