2011 já passou e ninguém viu. No entanto, foi um ano de decisões para os esportes. Paralisações no basquete norte-americano, tragédia no automobilismo, hegemonia de um sérvio no tênis, as Américas batalhando, o Brasil como alvo de grandes organizações. 2011 passou, mas não esqueceu de deixar seu nome marcado na história do esporte.
O milionário basquete da NBA ficou ameaçado, e justamente por conta de dinheiro. O impasse sobre a divisão dos lucros entre jogadores e dirigentes ocasionou o segundo maior locaute da história da liga de basquete profissional norte-americana, que iniciou em 1º de julho e durou até dezembro. A paralização custou 16 jogos a menos para cada time na competição.
Os Jogos Pan-Americanos confirmaram o Brasil como uma das grandes potências dos esportes. Não chegou a superar o número de ouros dos jogos de 2007, no Rio de Janeiro, mas o país mostrou força em modalidades nas quais não tem muita tradição, como tênis de mesa e levantamento de peso, além de outras como natação e vôlei.
O Brasil também foi alvo de grandes organizações internacionais. Depois de 13 anos longe, o UFC retornou ao país. O sucesso foi tanto que o presidente, Dana White, prometeu voltar pelo menos quatro vezes em 2012.
Apesar dos grandes acontecimentos, grandes nomes também marcaram o ano. No tênis, Novak Djokovic roubou a cena. Foram dez títulos conquistados pelo sérvio neste ano, incluindo vitórias em três dos quatro Grand Slans da temporada. O desempenho garantiu a Djokovic o posto de número 1 do mundo e o recorde de faturamento no tênis. Foram US$ 12,6 milhões faturados pelo sérvio na soma das premiações.
Sebastian Vettel repitiu o grande feito do ano passado e tornou-se o mais jovem bicampeão da história da F1 no mesmo ano em que o veterano Dan Wheldon morreu em um trágico acidente na Fórmula Indy.
No futebol, as peripécias de Messi no Barcelona continuaram sendo o destaque principal, mas um brasileiro tomou um pouco da visibilidade para si. Considerado o melhor jogador do Brasil na atualidade, Neymar ajudou o Santos a vencer a Copa Libertadores da América, a seleção sub-20 a conquistar o Sul-Americano 2011 e ainda chegou à seleção principal.
Com 11º título mundial de Kelly Slater, Jon Jones dominando as arenas do MMA e o alemão Dirk Nowitzki dando aula de basquete para norte-americano ver, 2011 foi um ano significativo. Dessa forma, o Prêmio Esportíssimo 2011 será, certamente, uma seleção a se apreciar.
Os melhores atletas do ano serão lembrados na nossa lista de dez nomes. O primeiro já aparece por aqui hoje mesmo. Fique ligado. Após o término, a intenção é produzir um podcast especial, analisando cada escolha e, como sempre há, considerando as divergências e desacordos. É esperar para ver.
13 de dezembro de 2011
Prepare-se para o Prêmio Esportíssimo 2011
Por
O Esportíssimo
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terça-feira, dezembro 13, 2011
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