11 de janeiro de 2012

O oitavo e último grupo do torneio, possue uma equipe em franca acenssão (Universidad de Chile), outra que não está acostumada com a Libertadores (Godoy Cruz, da Argentina) e um time que está acostumado ao campeonato e já foi campeão (Atlético Nacional, da Colômbia).Um grupo equilibrado que ainda pode ter o acréscimo de um pentacampeão (Peñarol, do Uruguai) ou uma equipe acostumada a disputar mas que nunca levou o título (Carcas, da Venezuela).

Azar mesmo dos hermanos do Gody Cruz, que em tese tem adversários mais difíceis e com mais tradição na competição. A equipe argentina nunca passou de fase, enquanto seus adversários chegaram pelo menos até as quartas-de-finais da competição. Já o Universidad do Chile quer provar que o momento vivido ano passado é fruto de trabalho e de um grupo forte, e não apenas do acaso. O Atlético Nacional sonha em reviver a conquista de 1989, enquanto Caracas e Peñarol duelam pela útlima vaga do grupo.

GRUPO 8:

Godoy Cruz (Argentina): Quarto e último competidor da Argentina, o Gody Cruz vem para sua segunda participação no torneio. Na primeira, em 2011, não passou da fase de grupos. Se classificou por ser a segunda melhor equipe na pontuação agregada do campeonato argentino. O time não é o mais forte da chave, mas conta com os meio-campistas Mariano Donda e Israel Damonte, considerado os pilares da equipe. O segundo pode ser negociado com o Nacional do Uruguai. No comando do ataque aparecem Dário Rámirez e Álvaro Navarro como principais nomes.

Atlético Nacional (Colômbia): Campeão do Torneio Apertura de 2011, o Nacional de Mellin chega para sua 15ª participação na Libertadores. A equipe conquistou o título da competição em 1989 e é a seguna equipe mais experiente da Colômbia no torneio. É a equipe colombiana que mais contratou. Até agora, foram 15 reforços, entre eles o colombiano Macnelly Torres, especulado em clubes brasileiros há alguns anos.  O outro destaque é o jovem Juan David,  que segundo a imprensa, é um lateral de grande projeção e peça importante do jogo da equipe colombiana.

Universidad de Chile (Chile): Chega com todos os méritos possíveis. Conquistou os Torneios Apertura e Clausura, além da Copa Sul-Americana (de forma invicta). Os três canecos foram levantados em 2011. Essa vai ser a 17ª participações dos chilenos, que chegaram até a semifinal em 1970, 1996 e 2010. Para 2012, o pensamento da equipe é conquistar o título inédito da competição. Apesar do favoritismo no grupo, perdeu seu principal jogador para o futebol europeu, o atacante Vargas, que fechou com o Napoli da Itália. Contudo, ainda conta com o meio-campista Marcelo Diaz, considerado o cérebro da equipe, e com o atacante Gustavo Canales. Além deles, a equipe tem no banco de reservas o técnico Jorge Sampaoli, que mostrou saber armar uma equipe forte e competitiva.

Indefinido: Peñarol (Uruguai) x Caracas (Venezuela)

O Peñarol foi vice-campeão em 2011, mas não conseguiu o título no campeonato uruguaio. Se classificou por ser a equipe que mais pontuou na tabela agregada na tenporada 2010-2011. A equipe uruguai é a que mais participou do torneio, tendo sido campeã em 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987. Essa será sua 40ª participação em 51 edições do torneio. Apesar de ainda não ter fechado o elenco, a imprensa aponta como grande destaque o meio-campista Fábian "Lolo" Estoyanoff, e o também meio-campista, Bruno Montelongo.

A equipe da Venezuela vem para sua 14ª participação e sua melhor aparição foi em 2009, quando chegou as quartas de finais da competição. Para essa edição, se classificou pois foi a equipe que mais pontuou na tabela agregada de 2010-2011 do Campeoanato Venezuelano. O destaque do time é o atacante Fernando Aristeguieta, que está lesionado e deve voltar em fevereiro. Também chama a atenção a formação da equipe em campo. Com uma linha de três homens de criação ("Chiki" Meaza, "Pulga" Gómez e Angelo Peña) e dois volantes, a equipe atua com apenas um atacante no 4-2-3-1, apostando em um grande volume de jogo e se beneficiando de contra-ataques.

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