A derrota por desclassificação de Erick Silva no UFC 142 será mantida. O anúncio foi feito na última quinta-feira, pelo vice-presidente de assuntos regulatórios do UFC, Marc Ratner, que declarou que os avisos do árbitro brasileiro Mario Yamasaki de que os golpes eram ilegais ainda durante a luta são motivos que o impedem de fazer qualquer alteração no resultado final.
Erick Silva nocauteou o compatriota Carlo Prater na noite do último sábado, no Rio de Janeiro, em apenas 29 segundos, após joelhada e socos. De acordo com Yamasaki, que parou o combate, os golpes foram atrás da cabeça do adversário, o que não é permitido no MMA.
"Não é o tipo de decisão que possa ser revista", disse Ratner, que destacou a implementação de replays instantâneos nos combates. "Apesar de não ter mudado a decisão na luta entre Silva e Prater, acreditamos que pode ser útil aos árbitros e ao esporte no futuro".
A desclassificação marcou a segunda derrota no cartel de Erick Silva. O lutador vinha de uma sequência de dez lutas sem reveses. De acordo com o presidente do UFC, Dana White, ele recebeu a bolsa como se tivesse vencido a luta.
Não foi a primeira vez que o brasileiro se envolveu em decisão do tipo. Em fevereiro de 2010, durante o Jungle Fight 17, Erick Silva acertou uma joelhada na cabeça de Henrique "Negão" Oliveira enquanto a luta se desenrolava no chão. Na ocasião, a batalha terminou sem resultado.
20 de janeiro de 2012
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