Marin, ex-governador de São Paulo e um dos vices de Teixeira na CBF, convocou uma coletiva para a manhã desta segunda no Rio de Janeiro. Tudo indicava que o cartola anunciaria apenas o afastamento do então presidente da entidade máxima do futebol no Brasil.
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| Depois de mais de duas décadas, Ricardo Teixeira anuncia seu desligamento do comando da CBF. (Crédito: Agência Estado) |
Com a saída de Teixeira. O próprio Marin assumirá o controle da CBF. O dirigente comandará a entidade pelo restante do mandato ao qual o ex-presidente havia sido eleito. Marin também assume o controle do Comitê da Copa.
Teixeira assumiu o cargo em 1989, amparado por João Havelange então presidente da Fifa. Como dirigente máximo da CBF, o cartola comandou o futebol brasileiro na conquista de duas Copas do Mundo (1994 e 2002).
Além das duas principais conquistas e longa continuidade no poder, a gestão de Teixeira também ficou marcada pela "CPI do Futebol", que serviria para investigar os clubes e as federações por sonegação de impostos e caixa 2. Contudo, o relatório final não capaz de condenar algumas irregularidades.
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