O outro atleta ainda não foi definido, mas a organização declarou que será um "top contender" da divisão que já tem os dias contados no Strikeforce. Os pesos pesados serão extintos do evento assim que o novo e último dono do cinturão for definido. O obejetivo é focar apenas nas categorias do leve ao meio-pesado, segundo revelou o presidente Scott Coker, em dezembro.
De lá para cá, muitos dos pesados que tinham contrato vigente com o Strikeforce assinaram com o UFC, inluindo o brasileiro Fabrício Werdum, que também participou do conturbado torneio, que enfrentou até demissão de participante.
Então campeão da categoria, o holandês Alistair Overeem deixou o Strikeforce logo após derrotar Werdum numa das quartas de final. Foi substituído por Cormier, que garantiu espaço na final ao derrotar o favorito brasileiro Antônio "Pezão" Silva, que vinha de vitória sobre a lenda Fedor Emelianenko.
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| Daniel Cormier (direita) nocauteou o brasileiro Antônio Pezão para garantir espaço na final do torneio peso pesado do Strikeforce - Divulgação / Strikeforce |
Um dos motivos da demora para a realização da final foi justamente uma lesão sofrida por Cormier no combate contra Pezão. Ao nocautear o brasileiro, o norte-americano fraturou a mão.
Apesar de aparecer no torneio "por acaso", Cormier segue mostrando que merece espaço entre os grandes nomes dos pesados. O lutador segue invicto no MMA, com nove vitórias, sendo quatro por nocaute e três por finalização.
Mais experiente, Josh Barnett também passa por um bom momento na carreira. São oito vitórias consecutivas para o norte-americano que passou por Brett Rogers e Sergei Kharitonov no torneio. Em 36 lutas, Barnett sofreu apenas cinco derrotas e passou por eventos de peso, como UFC, Pride e K-1.
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