Foi a oitava final consecutiva entre as equipes. Dessas, o time de Osasco, na Grande São Paulo, levou o terceiro. Já havia superado as maiores rivais em 2009-10 e 2004-05. A esses, soman-se mais dois títulos sobre o Minas, em 2002-03 e 2003-04. O Sollys é o segundo maior campeão da Superliga, justamente atrás da Unilever, com sete conquistas.
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| Sollys faz a festa no pódio da Superliga Feminina - Alexandre Arruda/CBV |
O Sollys jogou melhor em quase todos os momentos da partida. Na primeira parcial, a equipe utilizou o bloqueio de forma eficaz e contou com bom desempenho da oposto norte-americana Hooker no ataque e da central Adenízia no saque para vencer por 25-14.
Foi a maior diferença de pontos em um único set no confronto dos times (dois jogos na fase classificatória, uma vitória para cada lado) nesta temporada.
A Unilever começou na frente no segundo set, mas por pouco tempo. O técnico Bernardinho, da Unilever, apostou nas substituições para acertar a equipe, mas nada adiantou para parar as paulistas, que fecharam novamente com larga vantagem, em 25-18.
A parcial decisiva foi a mais equilibrada. A Unilever precisaria da vitória no set para continuar viva na decisão. Mari, do time carioca, virou bolas importantes, mas as paulistas continuaram a dominar. Em 1h19 de partida, o Sollys fechou em 3 a 0 para sagrar-se campeão.
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| Fernanda Venturini deixou o vôlei neste sábado - Daniel Ramalho/Adorofoto |
A final da Superliga Feminina também foi um jogo decisivo na carreira da levantadora Fernanda Venturini, da Unilever. Aos 41 anos, a jogadora retornou às quadras especialmente nesta temporada, após cinco anos afastada, por pedidos do marido, o técnico Bernardinho, para reforçar a Unilever.
A despedida do vôlei, que já é a quarta da jogadora, aconteceu numa final, em casa. É a quarta vez que ela deixa as competições, mas garantiu que, agora, é definitivamente.
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