Trinta e dois anos de jejum. Foi com isso que o Brasil teve que lidar desde a conquista da primeira medalha de ouro por Guilherme Paraense. Adhemar Ferreira da Silva foi o responsável por encerrar a espera. E o ex-saltador foi o primeiro brasileiro a tornar-se bicampeão olímpico.
Helsinque foi o palco da segunda medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas. Quatro anos após não ir bem na disputa dos Jogos de Londres (ficou apenas em 14º), Adhemar Ferreira da Silva chegou para a disputa do salto triplo como um dos favoritos.
No entanto, Adhemar fez mais do que competir. O que o saltador fez foi pulverizar os concorrentes. A competição do atleta foi apenas com o recorde mundial. Foram quatro quebras de recorde na mesma prova e a segunda medalha de ouro assegurada para o país.
Quatro anos mais tarde foi a vez dos australianos comprovarem o talendo de Adhemar. O saltador melhorou em 14 centímetros a marca obtida em Helsinque e levou a melhor no duelo contra o islandês Vilhjálmur Einarsson para faturar a medalha de ouro.
A vitória em Melbourne fez de Adhemar o primeiro bicampeão olímpico do país. O saltador só seria igualado 48 anos mais tarde. O feito ainda credenciou o brasileiro a entrar para o Hall da Fama da IAAF (Federação Internacional de Atletismo).
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