Se os Jogos Olímpicos são os eventos onde o ser-humano testa o seu limite, Cesar Cielo o aproveitou muito bem. O nadador brasileiro adquiriu em Pequim-2008, não apenas uma inédita medalha dourada para o Brasil, mas também a condição de homem mais rápido do mundo nas piscinas.
Cielo não era o atleta brasileiro mais famoso na delegação brasileira que viajou para a China há quatro anos. Até mesmo entre os nadadores, não era o mais conhecido, condição ocupada por Thiago Pereira.
No entanto, Cielo tratou de conquistar o reconhecimento logo em sua primeira prova olímpica. Embora a disputa dos 100m livres não fosse a especialidade do atleta, Cielo chegou à decisão com o oitavo melhor tempo e chegou em terceiro, garantindo o bronze.
Nos 50m livres, Cielo entrou como um dos favoritos. O nadador cravou 21s47 na primeira eliminatória e melhorou seu tempo para 21s34 na semifinal. Com isso, além da quebra do recorde olímpico, o brasileiro chegou à decisão com o melhor tempo entre os oito finalistas.
Na decisão, Cielo tinha os franceses Amaury Leveaux e Alain Bernard como principais concorrentes. No entanto, o brasileiro marcou 21s30, voltou a quebrar o recorde olímpico, e assegurou o ouro.
A conquista de Cielo foi a primeira da natação brasileira na história da Olimpíadas. Antes do do feito do nadador, a modalidade tinha como melhores resultados duas pratas conquistadas por Gustavo Borges e outra de Ricardo Prado.
Nos 50m livres, Cielo entrou como um dos favoritos. O nadador cravou 21s47 na primeira eliminatória e melhorou seu tempo para 21s34 na semifinal. Com isso, além da quebra do recorde olímpico, o brasileiro chegou à decisão com o melhor tempo entre os oito finalistas.
Na decisão, Cielo tinha os franceses Amaury Leveaux e Alain Bernard como principais concorrentes. No entanto, o brasileiro marcou 21s30, voltou a quebrar o recorde olímpico, e assegurou o ouro.
A conquista de Cielo foi a primeira da natação brasileira na história da Olimpíadas. Antes do do feito do nadador, a modalidade tinha como melhores resultados duas pratas conquistadas por Gustavo Borges e outra de Ricardo Prado.
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