
O fechamento de um ciclo perfeito. Foi isso que a Olimpíada de Atenas-2004 representou para o vôlei masculino brasileiro. Com uma segunda geração dourada e que dominou o mundo durante o período, o Brasil somou mais um ouro na modalidade e fez da prática a segunda mais popular no país.
A Seleção Brasileira masculina de vôlei chegou aos Jogos Olímpicos de Atenas como principal favorita à medalha de ouro. E a equipe comandada pelo treinador Bernardinho não ganhou essa condição por acaso. Sob o comando do técnico, o time venceu 12 campeonatos no período entre a Olimpíada de Sydney e a competição grega.
Poucos meses após ganhar a Liga Mundial, o Brasil iniciou sua campanha olímpica com quatro vitórias seguidas no chamado "Grupo da Morte" (Itália, Rússia, Holanda e Austrália). A derrota por 3 a 1 para os EUA no encerramento da primeira fase não tirou o primeiro lugar do grupo do time de Bernardinho.
Já na fase eliminatória, o Brasil passou com tranquilidade pela Polônia. Na semifinal, o time comandado por Bernardinho deu o troco nos EUA e assegurou o lugar na terceira final olímpica de sua história.
A decisão foi contra os italianos. O Brasil encontrou resistência apenas no segundo set, quando acabou superado por 26-24. Nas outras parciais, vitórias tranquilas e ouro assegurado.
Foi a segunda medalha dourada do vôlei masculino. O time cheio de estrelas como o levantador Ricardinho, os atacantes Giba, Dante e Nalbert, além do líbero Serginho encerrou um jejum de 12 anos, desde a conquista em Barcelona-1992. O levantador Maurício e o ponteiro Giovane foram os dois únicos a participarem das duas campanha.
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