No melhor ano de sua carreira, Djokovic venceu três Grands Slams (Austrália Open, US Open e Wimbledon) e conquistou cinco torneios de Masters 1000 (Indian Wells, Miami, Madrid, Roma e Canadá) estabelecendo uma marca inédita no tênis. Além disso, das 11 finais que participou, perdeu apenas uma.
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| Djoko repete ato que se tonrou característico ao longo de 2011. Beijar a taça após a conquista. (Crédito: Getty Images) |
O aproveitamento de 92% das partidas evidencia outros números impressionantes. Djokovic venceu Nadal, até então melhor tenista do mundo, em seis finais. Bateu o recorde de faturamento em uma mesma temporada do tênis, e ainda desbancou Federer e Nadal no ranking da ATP, conquistando o primeiro lugar e permanecendo por lá pelo menos até 2012.
O ano "perfeito" do sérvio rendeu-lhe algumas homenagens. Ele foi escolhido pela Federação Internacional de Tênis como o melhor jogador do ano. Além do prêmio entregue pela Federação, o número 1 do mundo do tênis ainda pode ser agraciado com o prêmio Laureus de 2011, uma espécie de Oscar do esporte. Para vencer, o tenista precisa desbancar Sebastian Vettel (ALE/Fórmula 1), Lionel Messi (ARG/futebol), Dirk Nowitzki (ALE/basquete), Usain Bolt (JAM/atletismo) e Cadel Evans (AUS/ciclismo).
Sem dúvida Djokovic teve o melhor ano de sua carreira e o melhor ano de um tênista na última década. Com apresentações excepcionais, derrotou Federer, Nadal e quem mais aparecesse no seu caminho. Conquistou títulos, bateu recordes eentrou para a história do esporte. Impossível não eleger o sérvio como o melhor atleta do ano de 2011!
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